Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Blog Restart

A Restart é um centro de formação profissional que constitui um espaço único de formação, produção e animação cultural em Lisboa.

Eventos | Lisboa a Nu

 

 

Arte de Guerrilha põe LISBOA A NU Mas como? Através de um fogo cruzado entre a cultura global e as subculturas alternativas em que as armas são carregadas com talento. No coração de Lisboa, a mistura entre o caos e a ordem provoca um curto-circuito espontâneo na mente dos artistas, dando lugar a uma arte low-cost sem censura. Ao utilizar munições como o design, a fotografia, a pintura, o vídeo, a poesia, a música ou outras, os artistas são convidados a recriar a cidade, desvendando-a, através das suas obras, num espaço despido necessitado de movimento e vida. A programação é variada. Convida-se o público a que participe e intervenha, que traga da rua fotografias tiradas com telemóveis ou poemas em SMS que serão integradas num slideshow continuo que se vai construindo ao longo da noite. Telas e tintas estarão também à disposição da criatividade colectiva. A música pontuará todo o evento. Um colectivo de DJs fará as honras da casa e pequenos grupos de música acústica actuarão onde menos se espera. Várias surpresas terão papel de intervenção nesta noite e todos poderão agir, criar ou opinar. A criatividade não tem límites e ocupa o seu lugar nas trincheiras, se incomoda ou não, não interessa! É Arte, e é de Guerrilha!

 

 

 

Eventos | Projecto Megafone

 

É já no dia 3 de Julho que sobe ao palco da MusicBox uma selecção em alta voz do que há de mais tradicional – desde o bombo até à gaita transmontana – com as sonoridades modernas das novas gerações – desde a guitarra eléctrica até à mesa de mistura. O que têm em comum? A língua portuguesa, o espaço de invenção pop por excelência.

É em tom de tributo a João Aguardela que juntamos em palco Peste & Sida, Ribas (Tara Perdida), Walter Benjamin, Velha Gaiteira, Pedro Moutinho, DJ Ride, DJ X-Acto e DJ António Pires num espectáculo memorável de recriação de temas escolhidos a dedo entre o seu vasto legado nos Sitiados, projecto Megafone e Linha da Frente.

Megafone será, acima de tudo, um espaço de invenção e intervenção artística de características multidisciplinares, a recriação de uma utopia em alta voz, um espectáculo de fusão com um pé no tradicional e um pé no moderno, a que ninguém vai poder e querer ficar indiferente.

 

 

Eventos | Filmes, Malhas e Outras Tralhas


        8 Julho
22h
Cinema São Jorge

“O tempo voa.... Será que andam todos demasiado ocupados para me ver? Talvez demasiado barulhentos para me ouvir... Sinto-me esquecido e de coração partido. E se me desmontar e me juntar à música? Vou colar cada pedaço e contar a minha História.”

OS FILMES O cinema português tem voz própria e uma história para contar, a sua vida é longa e cheia de momentos que contribuíram para a construção da nossa memória colectiva. Já esteve ao serviço da propaganda do estado, já foi marginal e vanguardista, independente e comercial. Muitas vezes mal amado, é, no entanto, um espelho fiel daquilo que fomos e que somos. Pela importância que tem na nossa identidade cultural, reclama um olhar mais atento e justifica uma actualização que permita quebrar a barreira do preconceito, aproximando-o do público mais jovem.

AS MALHAS A banda sonora, componente fundamental da arte de fazer filmes, é muitas vezes constituída por música original composta especialmente para o efeito. Do registo mais popular ao mais erudito, a música constituiu-se, ao longo dos tempos, como uma imagem de marca do nosso cinema; da “Menina da Rádio” aos “Verdes Anos”, de “Kilas, o Mau da Fita” à “Carta”, são muitos os filmes e muitas as canções que contribuíram para construção de um repertório único e original.

OUTRAS TRALHAS O cinema português é a matéria-prima para a criação de um espectáculo inédito. Na tela projecta-se uma longa-metragem composta a partir de excertos/sequências de vários filmes portugueses. A história do cinema é contada numa nova estória, sem ordem cronológica, onde o fio narrativo assenta, em primeira instância, numa selecção de carácter musical e, num segundo momento, na liberdade criativa dada ao realizador convidado para efectuar esta “colagem”. No palco, uma voz e um piano vão construindo a banda sonora. Também aqui a liberdade criativa é total e o objectivo é a (re)criação de um corpus artístico novo, personalizado e coerente. Os artistas, músicos e realizador criam um novo objecto artístico que se aproxima do formato de um musical a que podemos chamar latamente cine-concerto.

Pág. 2/2